Centro Histórico de Aracaju

Data da viagem: 09/2015

Apresento um roteiro de cerca de 4 horas, baseado em minha própria experiência, para visitar as principais atrações do Centro Histórico de Aracaju.

Fui de carro alugado, saindo da Orla de Atalaia, e deixei o carro  em um dos vários estacionamentos próximos ao Mercado Municipal (depois descobri que poderia ter estacionado gratuitamente no Museu da Gente Sergipana – coisa de turista amador) :( . Fiz uma parada antes, no Mirante 13 de Julho e outra depois, na Colina de Santo Antônio. Este roteiro pode ser feito facilmente com ônibus e/ou táxi.

Mirante 13 de Julho 

Cerca de 7 km da Orla de Atalaia, foi nossa primeira parada, a caminho do Centro Histórico. Há algumas vagas para estacionar em frente ao Mirante, gratuitas. A entrada no Mirante também é gratuita e para chegar no topo é preciso vencer 54 degraus (não há outra forma de subir). Por não ser muito alto, oferece uma vista apenas razoável do Rio Sergipe, seu encontro com o mar e da área de mangues em volta.  Pode-se apreciar também os prédios da região e, ao longe, Atalaia.

No local também funciona um centro de informações turísticas. Aproveite para pegar um mapa e tirar dúvidas. O Mirante fica no Calçadão da 13 de Julho, frequentado pelos aracajuanos para caminhadas e prática de esportes. Uma boa parte do Calçadão estava em obras.

20150909_143433
Mirante 13 de Julho

Calçadão da Rua João Pessoa

Carro estacionado 3 km adiante, próximo ao Mercado Municipal Antônio Franco, começamos nossa caminhada, ida e volta, de cerca de 3 km. Vamos em direção à Praça Fausto Cardoso, através da Rua João Pessoa. Cerca de 3 quadras antes da Praça e terminando nela, começa o Calçadão da Rua João Pessoa, local de grande concentração de comércio local, somente para pedestres, muito movimentado.

Calçadão da Rua João Pessoa
Calçadão da Rua João Pessoa

Capela São Salvador

Inaugurada em 1856, na esquina da Rua João Pessoa com Rua Laranjeiras, fica a Capela São Salvador, Patrimônio Histórico e Artístico de Aracaju. Não constava em nosso roteiro original, mas não pudemos deixar de entrar na bonita igreja que apareceu em nosso caminho.

20150909_111910
Capela São Salvador
20150909_111945
Interior da Capela São Salvador

Praça Fausto Cardoso

Chegando na praça Fausto Cardoso, começamos a perceber que, em contraste ao que vimos na Orla de Atalaia, muitos monumentos do Centro de Aracaju não estão sendo bem cuidados, como, por exemplo, os coretos da praça. E isto é uma pena, pois o Centro Histórico de Aracaju é bonito.

Veja post sobre a Orla de Atalaia

A Praça Fausto Cardoso, de frente para o Rio Sergipe, é uma das 3 grandes praças do centro de Aracaju. As outras duas são as praças Almirante Barroso e Olímpio Campos, que ficam nas quadras de trás da Praça Fausto Cardoso. Na praça Olímpio Campos (a terceira) está a Catedral de Aracaju. Ao redor destas praças estão vários prédios históricos que abrigam, entre outros, a prefeitura, câmera de vereadores, assembléia legislativo e outros órgãos dos governos estadual e municipal.

20150909_112818
Um dos 2 coretos da Praça Fausto Cardoso
20150909_113001
Praça Fausto Cardoso
20150909_113853
Praça Fausto Cardoso vista da Ponte do Imperador

Palácio Olímpio Campos

Antiga sede do governo de Sergipe e residência dos governadores, atualmente é um museu de artes. Localizado entre as praças Almirante Barroso e Fausto Cardoso, de frente para esta.

Não chegamos a visitar o museu no interior do Palácio Olímpio Campos.

20150909_112702
Palácio Olímpio Campos

Ponte do Imperador

Ancoradouro construído para receber o barco que traria o Imperador Dom Pedro II para uma visita a Aracaju, em 1860, hoje é um importante ponto turístico da capital sergipana. Outro monumento mal conservado e frequentado por mendigos, infelizmente.

Localizada no Rio Sergipe, de frente para a Praça Fausto Cardoso.

20150909_113104
Ponte do Imperador vista da Praça Fausto Cardoso
20150909_113445
Ponte do Imperador
20150909_113306
Ponte João Alves, entre Aracaju e Barra dos Coqueiros, vista a partir da Ponte do Imperador

Museu da Gente Sergipana :)

Nossa última parada no caminho de ida de nosso tour a pé pelo Centro de Aracaju foi uma grata surpresa. Já tínhamos ouvido falar muito bem deste museu, o que pudemos comprovar durante nossa breve visita por suas salas. Além de tudo, é gratuito. Está localizado de frente para o Rio Sergipe, na Rua Ivo do Prado.

Totalmente interativo, foi projetado pelo mesmo designer que projetou o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. O objetivo é que o visitante conheça um pouco da fauna, flora, economia e cultura sergipana. Ouça histórias, faça compras em uma venda, cante, jogue amarelinha, enfim, divirta-se aprendendo um pouco mais sobre o estado maravilhoso que é Sergipe. Atrai visitantes de todas as idades.

Todas as salas contam com estudantes universitários como monitores.

Possui também exposições temporárias.

Aproveite para tomar um café ou lanchar no charmoso Café da Gente, no interior do museu.

Ficamos um pouco menos que uma hora, mas foi pouco. Sugiro pelo menos 2 horas.

Não confundir com o Museu do Homem Sergipano, museu de arqueologia que fica próximo, mas estava fechado devido a problemas na infraestrutura do prédio.

DCIM104GOPROG3204834.
Museu da Gente Sergipana – Entrada
20150909_121106
Museu da Gente Sergipana – Interior
20150909_120955
Café da Gente

Catedral

Após sairmos do Museu da Gente Sergipana, é hora do caminho de volta do tour a pé, que fizemos pela Rua Itabaiana, 2 quadras atrás do Museu. Nossa primeira parada foi a Catedral de Aracaju. Localizada na Praça Olímpio Campos, é bonita, mas também precisa de reparos.

20150909_131542
Catedral de Aracaju
20150909_130309
Interior da Catedral
20150909_130255
Detalhe da coluna – reparos urgente

Centro de Turismo e Comercialização Artesanal

Localizado próximo à Catedral, abriga lojas que vendem artesanato, um centro de informações turísticas e um pequeno shopping. O prédio também está mal conservado. Artesanato também pode ser encontrado no Mercado Municipal.

20150909_130737
Centro de Turismo e Comercialização Artesanal

Mercado Municipal Antônio Franco

Mais famoso dos 3 mercados contíguos de Aracaju, o Antônio Franco é voltado à comercialização de artesanato, sendo o mais turístico deles. Ali se encontra também um restaurante bastante procurado por turistas, o Caçarola. O Mercado Thales Ferraz se dedica, além de artesanato, a produtos gastronômicos (queijo, tapioca, mel, etc.) e o mais novo deles, o Governador Albano Franco, a hortifrutigranjeiros. Em volta dos mercados, todo tipo de comércio pode ser encontrado.

20150909_133349
Entrada do Mercado Antônio Franco
20150909_133445
Interior do Mercado Antônio Franco
20150909_134426
Mercado Thales Ferraz, com o relógio do Mercado Antônio Franco ao fundo

Colina e Igreja de Santo Antônio

A menos de 2 km do Mercado Antônio Franco, a colina de Santo Antônio é o ponto mais alto de Aracaju e local de fundação da cidade. Lá está a pequena e bonita Igreja de Santo Antônio. A igreja estava fechada, mas foi possível ver seu interior através da grade da porta. Tem uma boa vista da cidade, do Rio Sergipe e da ponte para Barra dos Coqueiros.

Fácil de estacionar ao lado da igreja. Foi nossa última parada neste passeio antes de retornarmos para o hotel na Orla de Atalaia.

20150909_141348
Igreja de Santo Antônio
20150909_141433
Vista da ponte para Barra dos Coqueiros
20150909_141439
Vista da cidade
20150909_141524
Interior da Igreja de Santo Antônio

Veja post sobre as praias de Aracaju

Croa do Goré: delicioso banho de rio em Aracaju

Veja post sobre Sergipe

Fotos: Marcos Pereira

Qual o prato típico de Curitiba?

Carne de Onça
Carne de Onça – Mercearia Fantinato
Publicado em : 03/2016
Atualizado em: 10/2017

 

Há alguns anos, se você perguntasse a um curitibano, inclusive eu, qual o prato típico de Curitiba,  haveria grandes chances de receber como resposta o Barreado. O Barreado é um prato com diversas carnes temperadas, cozidas até desfiar, geralmente servido com farinha de mandioca (misturar até ficar bastante consistente), rodelas de banana-da-terra e arroz. Apesar de adorado pelos curitibanos e presente em restaurantes de Curitiba, o Barreado é um prato típico do litoral do Paraná e vamos deixar a briga sobre sua origem com as cidades de Antonina e Morretes.

Nos últimos anos vem ganhando força, e eu concordo, a divulgação da Carne de Onça como principal prato típico de Curitiba. Carne de Onça? Jura? Mas pode? Escutei muitas dessas perguntas quando tocava no assunto. Carne de Onça não tem nada a ver com o felino. Trata-se de carne bovina crua (geralmente patinho) processada e temperada com alho, cebola, cheiro verde, condimentos, conhaque e muito azeite de oliva, servida com broa ou pão preto, mostarda escura e manteiga.  As receitas podem variar, dependendo do bar, misturando, inclusive, ovo cru, para “dar liga”. O nome Carne de Onça, dizem, vem do hálito adquirido após seu consumo.

Você encontra a Carne de Onça em muitos bares de Curitiba. Entre as várias que experimentei, a que eu mais gosto é a servida na Mercearia Fantinato, preparada aos olhos do cliente. Isto certamente vai gerar discussão, pois há muitos locais onde a iguaria é elogiada. Há concursos para se escolher a melhor Carne de Onça de Curitiba. Veja este artigo do site da Gazeta do Povo sobre um dos concursos.

A Carne de Onça tem sua origem em um prato da culinária germânica, chamado de Mett ou Hackepeter (aportuguesado, Racapeta) que, ao contrário da Carne de Onça, é feito com carne suína. No sul do Brasil, principalmente na região de Blumenau, você encontra o prato Hackepeter, mas com carne bovina e geralmente misturando ovo cru (nada mais, nada menos que a nossa Carne de Onça).

Vir a Curitiba e não experimentar a Carne de Onça é como ir a Roma e não ver o Papa. É bom, mas não vai ficar completo.

Em alguns bares de Curitiba você também pode encontrar a Carne de Urso, que leva Linguiça Blumenau na receita. Linguiça Blumenau é um embutido de carne suína, também servida crua, com sabor marcante, oriundo de Santa Catarina. Veja aqui.

Há outros pratos em Curitiba que podem ser chamados de pratos típicos, como receitas que levam pinhão e o já famoso pão com bolinho. Bolinho? Sim, bolinho de carne, que o Curitibano adora. Aliás, colocar salgados dentro do pão é algo comum em Curitiba, sendo minha lembrança mais antiga o X-Pastel e o X-Montanha, do seu Zé (já falecido) e do Álvaro, proprietários da Lanchonete Montesquieu, perto da UTFPR (antigo Cefet), aberto até hoje fechado recentemente (dizem que o Álvaro está procurando novo local) e muito frequentado pelos estudantes da universidade. X- Pastel leva risoles no lugar do hamburguer e no X-Montanha ambos estão presentes.

Há festivais de pão com bolinho em Curitiba. Veja este post ou esta notícia.

Adoro bolinho de carne e já comi em vários lugares, sendo o meu preferido o do Bar do Pudim.

E você curitibano? Concorda comigo? Carne de Onça é o principal prato típico de Curitiba? Deixe sua opinião e me ajudem a atualizar este post.

Foto: Marcos Pereira

4º Festival do Pão com Bolinho de Curitiba – Março/2016

De 10 a 29 de março acontece em Curitiba o 4o. Festival do Pão com Bolinho, reunindo 43 bares e restaurantes, com preço único e as mais diversas receitas envolvendo o bolinho de carne, um dos quitutes preferidos dos curitibanos.

Veja os estabelecimentos participantes

O Festival é organizado pelo site Curitiba Honesta, que vem fazendo um excelente trabalho na organização de festivais gastronômicos, divulgação de bares e restaurantes de Curitiba com preços honestos, cursos e outros.

No último evento, realizado em setembro/2015, fui a alguns locais e o que mais gostei foi a receita do Bar do Pachá.

Veja o post sobre comidas típicas de Curitiba (em breve)

Praias de Aracaju

São cerca de 22 km de litoral entre a foz do Rio Sergipe e a foz do Rio Vaza-Barris. Uma única praia com boa faixa de areia que recebe vários nomes no caminho (de norte a sul), entre elas: Coroa do Meio, Artistas, Havaizinho, Atalaia, Aruana, Robalo, Refúgio, Náufragos e Mosqueiro.

Podemos dizer que as praias Coroa do Meio, Artistas, Havaizinho e Atalaia ficam praticamente na Orla de Atalaia, local mais conhecido de Aracaju, onde está o agito e vários pontos turísticos.

Veja post sobre a Orla de Atalaia

As demais praias são acessíveis pela Rod. Pres. José Sarney, que margeia o litoral de Aracaju a partir de Atalaia. Todas as praias são boas para banho. Os turistas e os aracajuanos que querem um pouco mais de conforto vão para as maiores barracas, mas há barracas para todos os gostos. Pode-se estacionar ao longo da rodovia ou então deixar o carro mais próximo da areia para aproveitar a praia da sua maneira, já que muitos pontos das praias não tem qualquer infraestrutura e o jeito é levar cadeira, guarda-sol, comida e bebida.

Veja post sobre outras praias de Sergipe (em breve)

Fomos a 2 das principais barracas (Paraíso do Baixinho e Parati), recomendadas pelo pessoal do hotel, chegando por volta das 09:00 e saindo por volta das 14:30 (como em todo o Nordeste, o pessoal começa a voltar cedo para casa) em 2 dias que escolhemos para relaxar um pouco na praia. Fomos de carro alugado, mas muitos turistas vão de táxi. Gostamos da infraestrutura e atendimento de ambas, preço normal, cerveja gelada e comida razoável. Locais tranquilos para curtir um bom dia de sol.

As barracas não exigem consumo mínimo e é comum o pessoal sentar, pedir bebida e ir embora, talvez até para almoçar em casa.

Fotos da Barraca Paraíso do Baixinho

paraiso do baixinho1

paraiso do baixinho3

paraiso do baixinho2

Fotos da Barraca Parati

parati1

parati2

parati3

Dicas:

  • as melhores barracas de praia ficam longe do agito da Orla de Atalaia
  • se quiser comer o prato quente, peça para servirem na parte coberta das barracas

O que tem para fazer em Sergipe?

Centro Histórico de Aracaju

Croa do Goré: delicioso banho de rio em Aracaju

Fotos: Marcos Pereira

Orla de Atalaia

Arcos da Orla de Atalaia
Arcos da Orla de Atalaia – cartão postal de Aracaju, lindo à noite
Data da viagem: 09/2015

Ficamos hospedados no Celi Hotel :) , bem localizado na Orla de Atalaia, reservado através do Booking.

A praia de Atalaia é a mais conhecida de Aracaju (não confundir com a praia de Atalaia Nova, que fica no vizinho município de Barra dos Coqueiros, no outro lado do rio Sergipe), com bons hotéis e restaurantes, o famoso agito da Passarela do Caranguejo e várias atrações turísticas. Próxima ao aeroporto (4 km) e praia mais perto do centro (9 km), é porta de saída para as praias do sul de Sergipe e com fácil acesso às principais rodovias.

Lagos artificiais
Lagos artificiais

Cartão postal de Aracaju, sua orla, com 6 km de extensão, é considerada uma das mais bonitas do país, com uma estrutura diferente das outras capitais nordestinas, tendo uma boa distância entre a avenida e o mar, com calçadão, lagos artificiais, kartódromo, várias quadras esportivas, ciclovia, pista de skate, restaurantes, parques infantis, Oceanário, além de uma extensa faixa de areia. Tudo muuuiiiito bem cuidado, contrastando com o Centro Histórico.

Veja post sobre o Centro Histórico de Aracaju

20150906_171336A
Uma das passarelas entre a avenida e a praia

Pude perceber que a praia de Atalaia é bastante frequentada pelos aracajuanos no final de semana, provavelmente pelo fato de fácil acesso de ônibus. As melhores barracas de praia estão localizadas em outras praias, onde acabamos passando nossos dias de relax.

Veja post sobre as praias de Aracaju

Mundo Maravilhoso da Criança
Parque infantil Mundo Maravilhoso da Criança – brinquedos gratuitos 24 horas e brinquedos pagos

Achamos a região muito segura e caminhamos tranquilamente, inclusive à noite, sem maiores problemas.

Passarela do Caranguejo

Concentração de bares e restaurantes na ponta sul da Orla de Atalaia (não tem como errar, pois há um caranguejo enorme guardando o local), é o agito da região e ponto de encontro dos turistas e locais, principalmente próximo ao Cariri, restaurante mais famoso. Música ao vivo e gastronomia local para todos os bolsos.  Há opções também para quem quer um pouco mais de sossego.

Roteiro para Orla de Atalaia

Estando hospedado na região, caminhe pela orla um pouco todos os dias. Vá à Passarela do Caranguejo à noite para jantar e curtir o agito. Caso fique poucos dias, uma manhã é suficiente para andar por tudo.

Sequência de atrações

De norte a sul, para facilitar localização, sequência das principais atrações e alguns pontos de referência na Orla de Atalaia:

  • Farol da Coroa do Meio
  • Restaurante República dos Camarões
  • Passarela do Artesão (foto com o nome da cidade)
  • Lagos e Oceanário
  • Kartódromo
  • Mundo Maravilhoso da Criança
  • Hotel Celi
  • Monumento dos Formadores de Nacionalidade
  • Arcos da Orla de Atalaia
  • Monumento aos Intelectuais e Escritores Sergipanos
  • Passarela do Caranguejo
Monumento
Monumento dos Formadores de Nacionalidade – homenagem a 10 grandes personagens brasileiros, como Tiradentes, Princesa Isabel, JK e Getúlio Vargas. Estátuas em Bronze
Monumento
Monumento aos intelectuais e escritores sergipanos – homenagem a 10 personagens sergipanos. Estátuas em Bronze

Dicas para Orla de Atalaia:

  • em Aracaju hospede-se em um hotel da região
  • não deixe de ir na Passarela do Caranguejo à noite curtir o agito
  • tire uma foto nos Arcos da Orla de Atalaia, principal cartão postal da região
  • indicamos os restaurantes República dos Camarões e Pitú com Pirão da Eliane (fomos 2 vezes), além do açaí, escondidinho e pestiscos do Açaí Aju (2 endereços na Orla)
Passarela do Artesão
Passarela do Artesão

Croa do Goré: delicioso banho de rio em Aracaju

Fotos: Marcos Pereira

O que tem para fazer em Sergipe?

20150913_093022A

Data da viagem: 09/2015

Com uma semana de folga :) no início de setembro, aproveitando os feriados de Curitiba, chega a hora de escolher um destino. Viagem do casal. Queríamos certeza de calor (curitibano foge do frio) e o Nordeste veio à mente, apesar do risco de alguma chuva. Porque não escolher um estado que não conhecíamos? Boa idéia 👍. Ficamos então entre Sergipe, Maranhão e Piauí. Pesquisando preços, Sergipe era a melhor opção. Mas o que fazer em Sergipe? Certamente tem praias bonitas, mas só isso? Aracaju tinha algo diferente para se ver? Tínhamos ouvido falar, quando fomos a Maceió fazer o passeio na Foz do Rio São Francisco, que os Cânions entre Sergipe e Alagoas eram muito bonitos. Ficava longe de Aracaju? É, Turista Amador, “bora” pesquisar na Internet.

Sergipe é um estado pequeno, mas com um grande diversidade. Escolhemos o que queríamos fazer, com uma certa ordem de prioridade, mesclando história, praia, paisagem e dias de relax. Só reservamos hotel e carro. O espírito da viagem foi de aproveitar o máximo possível, mas sem exageros. Não conseguimos ir a todos os lugares listados (coisa de turista amador) deixando um gostinho de quero mais. Queríamos mais? Então foi bom? Foi ótimo :) e temos intenção de voltar para conhecer o resto do estado e também reviver alguns locais com mais detalhes.

Nos próximos posts tentarei descrever a experiência desta viagem a um estado ainda não tão explorado pelos turistas do sul, mas amado pelos que lá passaram. Os baianos também adoram ir. Descobriram primeiro que nós.

Orla de Atalaia

Praias de Aracaju

Centro Histórico de Aracaju

Croa do Goré: delicioso banho de rio em Aracaju

Dicas:

  • vá a Sergipe sem medo de errar
  • em uma só viagem pode-se conhecer 3 estados: Sergipe, Bahia e Alagoas
  • setembro é um bom mês para visitar a região. Tente fugir da temporada

Foto: Marcos Pereira